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Efeitos especiais turbinam publicidade

23/06/2014
Efeitos especiais são tão antigos quanto o cinema, mas a democratização das ferramentas, especialmente com o avanço da computação gráfica nos estúdios de Holywood, tem expandido suas fronteiras para o mundo da Publicidade.

Produtoras e agências têm utilizado cada vez mais recursos de computação gráfica em 3D para transformar o impossível em real, criando cenários e personagens inexistentes ou modificando cenas reais. Para as equipes de criação, o principal benefício em mesclar produção virtual e live action é a liberdade na hora de desenvolver o roteiro. Além de tirar as amarras da criação, as produções virtuais podem baratear o projeto e reduzir prazos com a construção virtual de cenários, que dispensa locações e diárias.

Mas a produção virtual também traz um novo elemento ao cronograma: o processo de renderização, ou de finalização do material. Nessa fase, os arquivos digitais são convertidos em imagem ou em filme, através de cálculos matemáticos complexos feitos pelo computador. Embora seja um processo feito de forma relativamente automática pelo computador, exige tempo e grande capacidade de processamento. Em casos extremos, costuma-se apelar para o aluguel de "render farms" internacionais - que nada mais são do que gigantescas redes de computadores potentes para distribuir o processamento e ganhar tempo.

Em maio de 2011 a GenArts e a MarketTools realizaram uma pesquisa para tentar quantificar o impacto de efeitos visuais no engajamento do consumidor. A pesquisa foi feita com duas versões de um anúncio: uma com efeitos visuais e outra sem. No geral, o vídeo com tratamento visual - com efeitos especiais - se saiu bem melhor, especialmente nos seguintes items:

  • Os adultos acharam o vídeo mais cativante (+4%), mais originais (+3%) e com maior chance de serem assistidos novamente (+6%).

  • Efeitos visuais diminuíram em  5% as chances do espectador abandonar ou adiantar o vídeo.

  • Efeitos visuais aumentam em 4% as intenções de compra ou de engajamento com a marca.

  • Mais de 90% dos espectadores que assistiram os dois vídeos citaram os efeitos visuais como a causa da preferência pelo vídeo com tratamento visual.


Os espectadores do sexo masculino respondeu de forma significativamente maior aos vídeos com tratamento visual. Em alguns casos, a falta de efeitos especiais impactou negativamente as chances de identificação com a marca.

  • Para os homens, o vídeo com tratamento visual é significativamente mais interessante (+14%) que o vídeo sem tratamento visual.

  • Para o público masculino, o tratamento visual do vídeo diminuiu em 9% a chance de interromper o vídeo.

  • Os efeitos visuais aumentaram em 13% as intenções de compra para os homens.

  • A falta de efeitos visuais aumentou as considerações negativas pela marca: para os homens, o vídeo sem tratamento visual aumentou em 11% as chances de não comprar os produtos da marca.


A Tupi Interativa oferece serviços de modelagem e animação em 3D, além de criação de vinhetas, animações e pós-produção em vídeo. Além disso, também trabalhamos com desenvolvimento de maquetes eletrônicas e apresentação de produtos em 3D digital.

 

 

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Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito. – Aristóteles
Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito. – Aristóteles